Mohamed admitiu que foi o “cérebro dos atentados” após ter sido capturado há nove anos no Paquistão. O julgamento dos acusados tem sido adiado por anos, após problemas políticos e judiciais. Mohamed chegou a deixar de responder as perguntas de autoridades americanas em protesto do que considera “um julgamento injusto”. O juiz responsável pelo caso, Coronel James Pohl, alertou que não iria permitir que os acusados bloqueassem o caso e que o processo seguirá mesmo sem a participação do principal réu.
Via Robson Pires
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