segunda-feira, 23 de julho de 2018

Filhos de Zidane chamam atenção por beleza nas redes sociais

Filhos de Zidane chamam atenção por beleza nas redes sociais
Família Zidane (Foto: Instagram/Reprodução)


Hum...! Beleza pura...! Pois é, enquanto a Copa do Mundo/2018  rolava, deixando o futebol em foco. no inteiro,  adivinha só,  quem causa de tanta beleza,  chamado atenção nas redes sociais? Isso mesmo, os filhos do ícone do futebol francês, o ex-craque tudo de bom.com, Zidane,  que atuou como técnico do Real Madrid, e deu pinta  com  família, de férias  em Ibiza, na Espanha.E pelo visto, a garotada não herdou só a beleza do papai famoso, mas também o talento para o esporte. Enzo, Luca, Théo, Driss e Elyaz são jogadores! Veja os cliques abaixo e entenda o buzz em volta do "time" do francês.

Família Zidane (Foto: Instagram/Reprodução)

Família Zidane (Foto: Instagram/Reprodução)

Fonte e fotos: Glamuor/BR

Avião que transportava Shakira faz pouso emergencial

Avião que transportava Shakira faz pouso emergencial
Resultado de imagem para shakira

 Isso mesmo, Um avião que levava a cantora e musa colombiana, a tudo de bom.com, Shakira, precisou fazer um pouso de emergência na última quinta-feira (19/07), na Colômbia. A famosa estava em Barranquilla, sua cidade natal, para o show de abertura dos Jogos Centroamericanos e do Caribe de 2018. Depois da apresentação, a artista tentava voltar a Barcelona, na Espanha, onde mora com o marido, o jogador Gerard Piqué, e os dois filhos, quando a aeronave particular sofreu uma despressurização 20 minutos depois da decolagem. Com isso, Shakira teve que retornar à Barranquilla. As informações são do jornal "El País". Fontes próximas à cantora colombiana confirmaram a informação, porém ninguém revelou quando a cantora chegou na Espanha.

Foto: Forbes

Zenaide Maia prestigia Festival Gastronômico de Martins

Zenaide Maia prestigia Festival Gastronômico de Martins
O Festival Gastronômico de Martins já virou tradição e a deputada federal Zenaide Maia esteve presente neste sábado (21) no município, para participar da 12ª edição. Realizado anualmente na cidade no alto oeste potiguar, Martins fica aproximadamente a 360km de Natal.
Na edição 2018, o evento teve início dia 20 e segue até este domingo, 22 de julho, e contou com diversos polos de animação, que incluíam diversas atividades gratuitas, entre shows musicais e apresentações culturais.
A parlamentar esteve ao lado da Senadora Fátima Bezerra, dos pré-candidatos a deputado federal, Caramurú Paiva, e ao senado Alexandre Motta, além de lideranças políticas da região

Marília Mendonça se emociona ao recordar traição de ex-padrasto no Faustão

Marília Mendonça se emociona ao recordar traição de ex-padrasto no Faustão
Marília se emociona ao recordar traição de ex-padrasto
Marília Mendonça entrou no palco do “Domingão do Faustão” neste domingo (22) esperando que o apresentador reparasse em sua nova silhueta, depois de perder 20 kg, mas acabou se emocionando em sua participação no “Arquivo Confidencial”. No quadro, ela ouviu o depoimento do ex-padrasto, lembrando um antigo episódio de traição que ocorreu dentro de casa. Marília abriu o coração ao ouvir Júnior Soares.
“Em toda separação uma das partes perde mais do que a outra. Para eles acredito que não foi fácil, mas ela superou. Fiquei desempregado e surgiu a oportunidade de trabalhar com eles. Já tinham adquirido uma chácara e estavam precisando de alguém. Te agradeço muito pela oportunidade que está me dando, de trabalhar com você e estar mais próximo do João Gustavo”, disse ele, referindo-se ao irmão da cantora. “Que você possa me perdoar por algo que fiz a você, à sua mãe, e te agradeço por tudo que você tem feito por mim e minha família”, continuou.
A sertaneja respirou fundo. “É uma história bastante complicada. Se eu fiquei tão mal quando ele foi embora, quando aconteceu a traição, é porque ele era um bom pai dentro de casa. Ele foi meu pai por 10 anos, mesmo eu tendo meu pai vivo. Ele cuidava de mim, me criava e me educava como filha. Um cara novo, que me respeitou para caramba, que é uma coisa muito complicada de acontecer. Quando aconteceu, foi realmente um baque, ele sempre foi um bom pai para o meu irmão”.
Marília afirma que superou. “Acho que a base da vida da gente é o perdão. Difícil falar da boca para fora, a gente precisa perdoar as pessoas. Essa atitude é uma forma de limpar meu coração quanto a isso. Ele está construindo outra família, aprendeu com os erros e está lá trabalhando com a gente.”
NOTÍCIAS AO MINUTO

O médico brasileiro que busca a cura definitiva do HIV combinando tratamentos e vacina personalizada; conseguiu superar obstáculos e eliminar completamente o vírus do organismo de 2 pacientes na 1ª fase

O médico brasileiro que busca a cura definitiva do HIV combinando tratamentos e vacina personalizada; conseguiu superar obstáculos e eliminar completamente o vírus do organismo de 2 pacientes na 1ª fase
Getty Images/BBC BRASIL
Há seis anos, o infectologista Ricardo Diaz devota a maior parte do tempo do seus dias à solução de um problema global: a infecção pelo vírus HIV. E ele pode estar chegando mais perto da cura, conforme indicam os resultados preliminares de seu experimento, obtidos pela BBC News Brasil.
Diaz, que é pesquisador da Escola de Medicina da Unifesp, lidera um estudo que, no último ano, conseguiu erradicar completamente o vírus HIV de duas pessoas soropositivas, segundo os resultados.
Agora, elas estão sendo acompanhadas para ver como seu organismo reage sem o tratamento experimental.
O estudo ainda não foi publicado, mas será apresentado na íntegra, pela primeira vez, no Congresso Internacional de Aids, o mais importante do mundo sobre o tema, que acontece na Holanda a partir desta segunda-feira.
A infectologista Melissa Medeiros, especialista em HIV e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia, diz que a pesquisa é “extremamente promissora” e “traz esperança, acima de tudo”. No entanto, ela afirma que é preciso avançar nos testes para saber qual seria o impacto do tratamento nas pessoas.
“Quando se fala de algo assim, as pessoas já acham que a cura chegou. Mas é importante saber que há um tempo de pelo menos cinco a 10 anos até as pesquisas chegarem à população. É preciso bastante tempo até sabermos se a pesquisa será mesmo bem-sucedida e se é segura”, disse à BBC News Brasil.
Impedindo a volta do vírus HIV
O tratamento contra o HIV disponível atualmente no Sistema Único de Saúde (SUS) é um coquetel de três medicamentos que inibe o máximo possível a reprodução do vírus no corpo, enquanto mantém o sistema imunológico atuante e protege contra infecções oportunistas.
O HIV, no entanto, não é completamente eliminado do organismo, e pode voltar.
A equipe de pesquisadores brasileiros fez uma combinação de medicamentos já utilizados em todo o mundo com mais duas substâncias ainda não usadas neste tipo de tratamento e vacinas personalizadas, feitas com base no DNA de cada participante.
“É a primeira vez no mundo que alguém experimenta esse tratamento específico que fizemos, e a primeira vez que temos resultados tão positivos na primeira etapa. Estamos dando mais um passo na direção da cura”, afirmou Diaz à BBC News Brasil.
Em 2015, um estudo dinamarquês combinou um medicamento usado no tratamento de câncer com o coquetel antirretroviral e uma vacina baseada em DNA e conseguiu eliminar os reservatórios do vírus HIV no organismo de pacientes por alguns meses.
Desde então, outros testes do tipo têm sido feitos na Espanha, na Grã-Bretanha, na Noruega, na Alemanha e na Itália, e começam a ocorrer nos Estados Unidos.
A primeira etapa do estudo de Diaz – feito com 30 pessoas – foi finalizada. Apenas cinco delas receberam a combinação completa de tratamentos, e entre elas, duas parecem estar livre do vírus, de acordo com os exames. Este grupo deve ser expandido para pelo menos 50 pessoas até o fim do ano.
Qual o objetivo do novo tratamento?
O tratamento proposto pelos pesquisadores brasileiros quer chegar à “cura esterilizante”, que é a eliminação completa do vírus, sem a possibilidade de que ele volte a se replicar – algo que atualmente pode ocorrer se o soropositivo para de tomar o coquetel.
“Atualmente, nós tratamos a pessoa, o vírus morre, paramos de tratar, e o vírus volta. Isso ocorre porque o vírus continua se multiplicando no corpo da pessoa mesmo com o tratamento eficiente”, explica o infectologista
De acordo com Diaz, a cura total de pacientes com HIV enfrenta três grandes obstáculos – o fato de que o vírus continua se replicando no corpo mesmo com o coquetel, que apenas mantém essa replicação baixa; o fato de que o vírus fica latente, ou seja, “adormecido”, e pode voltar à atividade de maneira aleatória; e a existência dos “santuários”, locais do corpo humano onde os medicamentos são pouco distribuídos e o HIV pode continuar se desenvolvendo.
“O que fizemos foi combinar tratamentos que pudessem superar todas estas barreiras”, afirma.
Foto: Arquivo pessoal /BBC BRASIL
Como funcionaram os testes
O estudo foi feito inicialmente em 30 pacientes, divididos em grupos de cinco pessoas. Cada um deles experimentou uma combinação diferente, e o último grupo usou todos os tratamentos em conjunto.
Além do coquetel antirretroviral, eles usaram a nicotinamida, ou vitamina B3, um suplemento alimentar que é vendido em farmácias, mas nunca foi usado contra o vírus HIV. Ele “acorda” as células com o vírus latente no corpo.
A pesquisa usou também o sal de ouro, medicação usada para tratar doenças como artrite que não chega a despertar as células com HIV, mas as leva a um “suicídio”, explica Diaz.
E, para eliminar os “santuários” de vírus no organismo dos pacientes, os pesquisadores desenvolveram, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), uma complexa vacina personalizada, que faz com que o sistema imunológico volte a reconhecer o vírus dentro do corpo, encontre esses santuários e mate o vírus.
“Desenhamos, de acordo com o perfil genético da pessoa, o pedacinho do vírus que seria importante pra despertar o seu sistema imunológico”, diz o infectologista.
Nas cinco pessoas do grupo 6, que fizeram o tratamento completo, a quantidade de vírus diminuiu mais do que em todas as outras. E em duas delas, o vírus sumiu completamente das células.
“Agora estamos estudando como fazer a interrupção desse tratamento, para ver se elas permanecem sem o vírus por mais tempo. Depois, vamos expandir o estudo.”
A cura do HIV está próxima?
O primeiro homem considerado curado do HIV no mundo, o americano Timothy Ray Brown, foi declarado livre do vírus em 2006 após receber a medula óssea de um doador com uma mutação genética rara, que o tornava imune ao vírus.
Brown precisou do transplante porque ele tinha leucemia. Em 2008, a doença voltou e ele teve que fazer um segundo transplante de medula. No entanto, continuou completamente livre do HIV.
Mas, segundo os especialistas, isso não quer dizer que um transplante de medula resolveria os casos de todas as pessoas que são soropositivas no mundo – cerca de 37 milhões em 2017, segundo a ONU.
“Timothy Brown é um caso raro e bastante específico, porque ele teve a sorte de encontrar um doador de medula com uma mutação genética raríssima que faz com que as células de defesa do corpo não tenham um receptor que pode se ligar ao vírus HIV”, explica Melissa Medeiros.
“Mas esse tipo de transplante tem um índice de 50% de mortalidade. Não é uma opção terapêutica para todas as pessoas que têm HIV.”
Por isso, nos últimos anos, cientistas de todo o mundo têm investido em pesquisas como a feita por Diaz, em que pessoas que já estão em tratamento para controlar o vírus recebem medicamentos extra e uma vacina específica.
Foto: Mesmo com tratamento, vírus pode ficar escondido em “santuários” dentro do organismo, áreas onde o medicamento não chega
Getty Images/BBC BRASIL
“Ser portador do HIV é viver em silêncio, porque as pessoas sentem que não podem contar para a família nem para os amigos, vivem com medo de novos relacionamentos, de como a sociedade vai aceitá-los no trabalho, etc. A cura ainda pode demorar um pouco, mas é realmente essencial”, diz Melissa Medeiros.
Necessidade de investimento na prevenção da Aids
Mas, para a epidemiologista Lígia Kerr, que produz estudos sobre HIV para o Ministério da Saúde, é preciso mais do que um tratamento médico para resolver o problema da Aids no mundo.
“Os avanços tecnológicos no tratamento e na cura da Aids são muito bem vindos, mas não são somente eles que vão controlar a situação. Se você tem um tratamento super caro e governos que não estão mais querendo investir na saúde, fica difícil”, disse à BBC News Brasil.
É necessário, segundo Kerr, um pacote que inclua prevenção, educação sexual, campanhas com populações mais vulneráveis e tratamento médico, para impedir que o vírus circule.
“Alguns pesquisadores como eu não acreditam nesta cura total da Aids, porque alcançar isto não envolve só medicação, mas comportamento, comprometimento com o outro, uso do preservativo, investimento dos governos”, diz.
“Tentamos eliminar completamente outras doenças há anos e não conseguirmos. Por exemplo, a hanseníase. É uma doença tratável, mas, se você não tratar todo mundo, não tem jeito. Você ainda terá o bacilo infectando outras pessoas.”
Se for bem-sucedido, o tratamento para curar o HIV seria muito caro?
Diaz afirma que uma vacina personalizada para cada paciente soropositivo no Brasil – e no mundo – seria muito custosa, ainda que ele não tenha uma estimativa real do valor gasto em sua pesquisa até agora. Mesmo assim, ele se diz otimista.
“Há outras coisas na saúde que são caras, mas, quando viram praxe, são feitas mais rapidamente. Temos vários exemplos disso na medicina.”
Para Melissa Medeiros, o alto custo do tratamento poderia ser compensado em sua escala de produção, caso os resultados finais da pesquisa signifiquem, de fato, uma cura definitiva.
“Hoje o governo já comprou algumas batalhas como essa, como a da Hepatite C. O tratamento cura quase que 100% das pessoas, e não é barato. Custa em torno de R$ 100 mil a R$ 300 mil por paciente, mas o Ministério fornece gratuitamente.”
A polêmica do estudo feito somente com homens
Para fazer parte do estudo da Unifesp, era necessário que os soropositivos fossem todos maiores de 18 anos e do sexo masculino, o que significa que os pesquisadores ainda não sabem como o tratamento pode funcionar em mulheres. Por essa razão, Diaz admite que foi “muito criticado”.
“Não é uma coisa correta fazer essa discriminação. Temos que investigar para todos os indivíduos. Mas tive uma intuição de que, nesse momento, seria mais seguro fazer só com homens”, diz.
“Achei que para alguns medicamentos poderia haver mais efeitos colaterais nas mulheres. Mulheres às vezes engravidam e não sabíamos o que essa combinação poderia fazer. Mas já está no plano incluir mulheres na próxima etapa. Como vimos que a associação de medicamentos não causou mal detectável, então ficamos mais seguros.”
Segundo o infectologista, tratamentos experimentais contra o vírus HIV geralmente têm 75% de pacientes homens e 25% de mulheres, que costumam ser infectadas em menor número.
No entanto, seu estudo deve obedecer a nova diretriz na comunidade científica de ter o mesmo número de mulheres e homens.
R7, com BBC Brasil

Em Patu, Walter Alves visita a Serra do Lima e participa de aniversário do prefeito Rivelino Câmara

Em Patu, Walter Alves visita a Serra do Lima e participa de aniversário do prefeito Rivelino Câmara
Neste domingo (22), o deputado federal Walter Alves (MDB-RN) foi ao município de Patu, a 314 quilômetros de Natal. O parlamentar visitou a Serra do Lima e participou da festa em comemoração pelo aniversário do prefeito Rivelino Câmara (MDB).
Pela manhã, foi celebrada uma missa em ação de graças no Santuário de Nossa Senhora dos Impossíveis, localizado na Serra do Lima. Após a celebração, Walter e Rivelino visitaram a rampa de voo livre. Recentemente, o deputado destinou emenda parlamentar para construção de um mirante no local. Os recursos já foram empenhados e o projeto está em andamento para licitação.
À tarde, amigos e familiares do prefeito realizaram uma recepção comemorativa em um clube da cidade. Além de Walter, a festa contou com a presença do deputado federal e pré-candidato a senador, Antônio Jácome (Podemos); senador e pré-candidato a deputado federal, José Agripino (DEM); deputado estadual e pré-candidato à reeleição, Raimundo Fernandes (PSDB); pré-candidato a governador, Carlos Eduardo (PDT); lideranças políticas, vereadores e prefeitos da região.

O prepotente!

O prepotente!

O Capitão e pré-candidato a senador Styvenson Valentim  disse que não vai declarar apoio a ninguém nas eleições deste ano no Rio Grande do Norte.
E que…
Não aceitará que partidos indiquem os nomes a sua suplência. Ele mesmo é quem indicará. Não se filiou a nenhum partido ainda. O limite é dia 5 de agosto. Já tem eleitor tratando-o de: O prepotente.

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Filofobia: o que é e como superar o medo patológico de se apaixonar

Filofobia: o que é e como superar o medo patológico de se apaixonar
Náuseas, falta de ar e batimentos cardíacos acelerados são alguns dos sintomas. Imagem: iStock
Imagine sentir um medo tão grande de se conectar emocionalmente a alguém, que só de pensar na pessoa você começa a sentir náuseas, falta de ar e os batimentos cardíacos acelerados. Esses são alguns dos sintomas da filofobia, o medo patológico de amar e de formar laços afetivos. Mais do que um temor de se entregar a uma nova paquera depois de uma decepção amorosa, a filofobia compromete seriamente várias esferas da vida, como o trabalho e as amizades. Entenda:
Como definir a filofobia? A palavra tem origem a partir da união dos termos gregos “filos”(amar) e “phobia” (medo). Trata-se de um transtorno de ansiedade bem específico, que se caracteriza pelo medo patológico de se apaixonar. A pessoa reage fugindo às situações em que isso pode ocorrer, chegando a se isolar e até a reagir agressivamente quando alguém tenta tirá-la dessa situação. É um temor injustificado, exacerbado e irracional.
O que a difere do medo de sofrer uma decepção amorosa? De acordo com especialistas, o medo de sofrer uma decepção amorosa é relativamente comum a todos nós. Afinal de contas, todo começo de relação vem acompanhado de receios e inseguranças: vai dar certo? Esta pessoa tem as mesmas intenções que eu? Serei feliz? São expectativas naturais, mas que não limitam nada. A filofobia, por sua vez, é um processo limitante que causa enorme sofrimento, pois as preocupações são mais intensas e apresentam sintomas emocionais e até mesmo físicos. Para quem tem a fobia, vincular-se a alguém significa perda total de controle.
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. E, geralmente, vêm na forma de crises de ansiedade e/ou pânico, angústia, tensão, fuga, choro, tremores, sudorese, autoboicote, tremores, taquicardia, falta de ar, sensação de fraqueza, visão turva, boca seca, problemas gastrointestinais e vertigens. O grande problema é que quem está próximo não entende o que está se passando, até porque o filofóbico, normalmente, não sabe ou não consegue explicar o que sente de fato.
A doença acomete tanto mulheres quanto homens e, na maior parte das vezes, surge na infância. Ela tem início a partir de situações traumáticas envolvendo as relações afetivas. Exemplos? Pais emocionalmente distantes, agressivos, depressivos, abusivos, pouco empáticos e/ou carinhosos, que brigam muito na frente da criança. No entanto, isso não é regra, pois o comportamento filofóbico também pode dar sinais a partir da adolescência, quando os hormônios começam a impulsionar os contatos amorosos e/ou eróticos e possíveis desilusões e foram podem ser o gatilho para as crises de ansiedade. Alguns especialistas relatam também casos de pessoas que se tornaram filofóbicas depois dos 40 anos, faixa etária em que muitos casamentos se dissolvem e é preciso retornar ao processo dos encontros.
A fobia pode incluir também o medo de se relacionar com parentes e amigos. Pessoas com filofobia podem evitar a possibilidade de relacionar-se para se protegerem. Na intenção de não ter apego, negam seus sentimentos evitando o contato, com risco de isolamento social. Para elas, relacionar-se é sinônimo de perda do controle e vulnerabilidade à rejeição. A filofobia torna as pessoas infelizes e mais solitárias.
Outras áreas da vida são afetadas. Estudos, trabalho, círculos sociais, lazer… Tudo isso pode ser prejudicado, já que quem tem filofobia não consegue estabelecer relações interpessoais e costuma criar mecanismos de defesa para lidar com suas angústias.
Há tratamento? É possível superar a filofobia com o auxílio de um psicólogo e/ou psiquiatra. Cada caso é um caso, mas, na maior parte das vezes, o processo de cura conta com sessões de terapia e medicamentos específicos para diminuir a ansiedade. Vale registrar que, não tratada, a filofobia pode evoluir para maior isolamento social (comportamento 100% antissocial) e até depressão severa.
A ajuda de pessoas próximas é fundamental. É importante que elas sinalizem o comportamento de afastamento a quem sofre, pois muitas atitudes são inconscientes e há um sofrimento atrelado. O ideal é dar apoio à pessoa, sem criticá-la, julgá-la ou ridicularizá-la. Ajudá-la a separar o medo real do medo irreal pode ser um bom caminho, assim como incentivá-la a viver o momento presente, o aqui e agora, reforçando positivamente os pequenos avanços.
FONTES: Carlos Eduardo Carrion, psiquiatra especializado em sexualidade, de Porto Alegre (RS); Marli Tagliari, psicóloga e terapeuta familiar e de casal do Instituto Sistemas Humanos, em São Paulo (SP), e Mônica Miranda da Glória, psicóloga da Policlínica Granato, em Niterói (RJ).
Universa – UOL

Rosalba anuncia apoio a grupo que lhe passou a perna em 2014 e define palanque de acordão com Rosados, Alves e Maias

O PP, da prefeita Rosalba Ciarlini e do ex-deputado Carlos Augusto Rosado, oficializou nesta quinta-feira (19) o apoio à pré-candidatura de Carlos Eduardo Alves, do PDT. O BlogdoBG já havia antecipado essa informação desde o último domingo (15).
Em vídeo divulgado nas redes sociais, a prefeita Rosalba Ciarlini destaca que a aliança e a escolha se deram em razão de Carlos Eduardo reunir as condições necessárias “para o novo momento do Rio Grande do Norte”.
Entre os pontos que definiram o apoio está a indicação do candidato a vice-governador. Carlos Augusto e Rosalba irão indicar o filho, Kadu Ciarlini como vice para compor a chapa majoritária liderada por Carlos Eduardo Alves.
Assim, irão formar uma coligação também com MDB, de Henrique Alves e com o DEM, de José Agripino Maia. Com o anúncio, fica oficializado o acórdão para as eleições desse ano reunindo as famílias Alves, Rosado e Maia em um mesmo palanque.
Em 2014, o acordão teve os mesmos atores. Menos os Rosado que foram preteridos para apoiar outro Alves. Rosalba teve a legenda negada para disputar a reeleição de governadora. Agora, ela se junta ao grupo que a deixou de fora da eleição passada em troca da indicação do filho a vice de Carlos Eduardo Alves.

Boia que caiu de tobogã no Beach Park estava com 75kg acima do permitido

Boia que caiu de tobogã no Beach Park estava com 75kg acima do permitido
ctv-v3d-beach
Os peritos que investigam a morte do radialista Ricardo José Hilário da Silva, de 43 anos, no toboágua Vainkará, do parque aquático Beach Park, constataram que a boia que levava o grupo de quatro pessoas na descida do brinquedo ultrapassava em 23,4% o peso permitido. O peso dos quatro integrantes totalizava 395 quilos, quando o máximo permitido era de 320 quilos.
Das quatro pessoas que foram arremessadas da boia, Ricardo Hill foi o único que bateu a cabeça na estrutura no toboágua, tendo traumatismo craniano e morte imediata. Michele Laverde teve escoriações leves nos braços e nos seios. Tarcísio Pontes e Mateus Sena saíram ilesos. Michele pesa 90 quilos. O mesmo peso de Ricardo. O mais pesado era Mateus com 110 quilos. Tarcísio pesa 105 quilos.
Mateus Sena reconhece que havia uma placa na descida do brinquedo advertindo para o peso máximo, mas não havia conferência através de balança do peso de cada grupo na hora do uso. Com isso a família de Ricardo Hill estuda solicitar uma indenização do Beach Park por negligência.
O parque, através de nota, garante que todas medidas de segurança são adotadas para o uso dos brinquedos. “O parque reitera que é completamente equivocada a informação de que a boia ultrapassou a barreira de contenção do brinquedo e que os visitantes tenham sido arremessados. A boia virou no final do percurso dentro da atração, já próximo da piscina. A perícia está sendo realizada pelas autoridades com apoio do Beach Park e a identificação das causas do acidente só será confirmada após a finalização deste trabalho. O Beach Park lamenta muito o ocorrido e reforça seu compromisso prioritário com a segurança e a integridade de seus visitantes por meio de treinamentos diários com toda a equipe”. A perícia, que ainda não foi encerrada, será encaminhada à Delegacia de Proteção ao Turista, que tem 30 dias para concluir o inquérito.
Nesta quarta-feira, 18, o Beach reabriu, depois de um dia de luto, mas o Vainkará continua interditado por tempo indeterminado para investigação. O movimento no parque após o acidente fatal foi pequeno em relação a expectativa do empreendimento para esta alta estação.
O corpo de Ricardo Hill foi sepultado na tarde desta quarta-feira, no cemitério da Consolação, em Sorocaba.
ESTADÃO CONTEÚDO

Cantor Eduardo Costa presta depoimento por suspeita de estelionato

Cantor Eduardo Costa presta depoimento por suspeita de estelionato
(Foto: Talismã Music/Reprodução)
O cantor sertanejo Eduardo Costa foi levado para prestar depoimento na Delegacia de Fraudes da Polícia Civil, no Bairro Santa Efigênia, Região Centro Sul de Belo Horizonte, na tarde desta quarta-feira.
De acordo com informações do Ministério Público Federal (MPF), o cantor está sendo investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais por suspeita de estelionato em uma negociação imobiliária.
Procurada pela reportagem, a Polícia Civil ainda não confirmou detalhes do depoimento.
Correio Braziliense

Brasil tem 677 casos de sarampo em seis estados e mais de 2,7 mil sob investigação

Brasil tem 677 casos de sarampo em seis estados e mais de 2,7 mil sob investigação
O Ministério da Saúde atualizou o número de casos de sarampo no Brasil: foram 677 casos até essa terça-feira (17) em seis estados: Amazonas, Roraima, Rondônia, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. O número de casos em investigação assusta: chegou a 2.724.
Atualmente, o Brasil enfrenta dois surtos da doença, em Roraima e no Amazonas. Segundo o governo, eles estão relacionados à importação de casos de outros países. “Isso ficou comprovado pelo genótipo do vírus (D8) que foi identificado, que é o mesmo que circula na Venezuela”, afirma o ministério.
A região Norte, como é visto na tabela acima, alavanca o número de casos. O Ministério da Saúde acredita que vá conseguir controlar os surtos, mas ressalta que o aumento das taxas de vacinação é importantíssimo para garantir o controle da doença. Juntamente com o sarampo, o país também está atento à circulação e às baixas coberturas vacinais da poliomielite.
Sarampo no mundo
Nesta terça-feira, a Organização Mundial da Saúde divulgou uma alta no número de casos da doença em todo o mundo. A baixa cobertura vacinal em alguns países, como o Brasil, contribuiu para volta da doença – foram 173.330 casos no planeta, um aumento de 41 mil casos em apenas um ano.
Globalmente, 85% das crianças foram vacinadas com a primeira dose da vacina contra o sarampo no primeiro ano de vida, através dos serviços de saúde de rotina e 67% com uma segunda dose.
Apesar disso, segundo o relatório da OMS, os níveis de cobertura permanecem bem aquém da cobertura de imunização contra o sarampo recomendada pela organização, que é de pelo menos 95% para evitar surtos, evitar mortes evitáveis ​​e alcançar metas de eliminação regional.
Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar (Foto: Infografia: Karina Almeida/G1)
Bem Estar – G1

Mulheres e homens esperam 9 meses antes de soltar pum na frente dos parceiros

Mulheres e homens esperam 9 meses antes de soltar pum na frente dos parceiros


Você costuma “se aliviar” na frente da pessoa que ama ou não aprova a ideia?
Especialistas afirmam que quando duas pessoas se apaixonam e iniciam um relacionamento , elas vivem diferentes tipos de fases, como a da “faísca”, a da “lua de mel”, a da “intimidade”, a do “compromisso” e a do “coração partido”, como você pode conferir nesta outra reportagem ao clicar aqui . Sabendo disso, um site decidiu avaliar quanto tempo os casais demoram para fazer determinadas coisas na frente do parceiro, coisas simples, mas muitas vezes temidas, como soltar pum.
Foto: Shutterstock
A plataforma norte-americana Porch, que reúne diferentes tipos de profissionais, desde carpinteiros a arquitetos, por exemplo, ouviu a opinião de mais de mil pessoas e descobriu que tanto os homens quanto as mulheres demoram cerca de nove meses para soltar pum na frente do parceiro. Algumas pessoas apenas abominam essa ideia, mas a verdade é que quanto mais tempo o casal passa junto, mais difícil fica para segurar as tão temidas flatulências.
Tanto homens quanto mulheres, porém, demoram mais tempo para usar o banheiro de porta aberta em um relacionamento: 11 meses para eles ante um ano e dois meses para elas. Por outro lado, já com oito meses de namoro os parceiros não se incomodam da pessoa com que se relacionam levar produtos de higiene para eles enquanto usam o banheiro.
Espera é maior para parar de se vestir para impressionar do que soltar pum
A pesquisa não avaliou apenas a quantidade de tempo que os homens e mulheres demoram para “se aliviar” na presença do parceiro, mas também de outras atitudes, como parar de se vestir para impressionar o outro . Enquanto os homens já relaxam com nove meses de namoro, as mulheres demoram um ano e dois meses!
E se você acha que as mulheres são as mais ciumentas, está enganada. Enquanto os parceiros passam a checar o telefone das(os) parceiras(os) com um ano de relacionamento, as mulheres esperam, em média, mais um mês para isso.
Por outro lado, as mulheres choram muito mais rápido na frente da pessoa com que se relacionam do que os homens. Enquanto eles esperam cerca de 11 meses, elas aguardam apenas cinco meses para isso.
Os beijinhos pela manhã também foram avaliados, e enquanto os homens topam ser beijados com o bafo matutino já com cinco meses de namoro, as mulheres esperam mais três meses para isso.
E mais uma curiosidade: se você está em um relacionamento e com medo de revelar a sua verdadeira situação financeira para a pessoa que ama, saiba que os casais da pesquisa afirmaram ter demorado aproximadamente oito meses para isso.
Entre os entrevistados, 46% eram homens e 54%, mulheres, entre 19 e 76 anos. Para conferir a pesquisa completa, que não avaliou apenas o ato de soltar pum e outras manias que os casais não saem falando por aí, basta clicar aqui .
IG

terça-feira, 17 de julho de 2018

Não tenho medo de assumir candidatura gay, diz sargento

Não tenho medo de assumir candidatura gay, diz sargento
Em um ano de eleições que tem entre os concorrentes um candidato que declaradamente é contrário à bandeira LGBT, assumir uma pré-candidatura homossexual é, no mínimo, corajoso. É o que faz a ex-vereadora Sargento Regina.
Assumidamente lésbica, a ex-vereadora de Natal que é pré-candidata a deputada estadual, tem reafirmado sua identidade nas redes sociais que integra, sem receio de se apresentar pra uma sociedade que repudia o público LGBT.
“Ainda é uma coisa muito séria você ser assumidamente lésbica, gay, travesti ou trans.  Incomoda as pessoas.   E as pessoas não conseguem só se incomodar, elas vão além. Agridem pelas redes sociais. Eu de vez em quando sou agredida pelo simples fato de ser quem sou”.

Atraso da Anvisa em regular maconha frustra farmacêuticas; sem poder plantar, empresas investem em importação e insumo sintético

Atraso da Anvisa em regular maconha frustra farmacêuticas; sem poder plantar, empresas investem em importação e insumo sintético
Estimuladas pelas declarações do presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Jarbas Barbosa, de que ele faria deslanchar a regulação para o plantio de maconha com fins medicinais no Brasil, farmacêuticas esperavam instalar suas linhas de produção por aqui no curto prazo.
Companhias estrangeiras investiram em operações no Brasil em busca de parceiros para produção local e algumas das maiores farmacêuticas brasileiras passaram a estudar o assunto a fundo a cada manifestação de Barbosa que inflou as expectativas.
Sem perspectiva de plantar aqui, a alternativa é manter a importação do insumo, um caminho mais caro, burocrático e com menor controle de qualidade, mas que já é permitido no país.
Hoje, plantar só é permitido a famílias de pacientes com autorização judicial.
O cânabis é usado no tratamento de epilepsia, Parkinson e outras doenças, um mercado que tem potencial de faturar R$ 600 milhões ao ano quando estiver maduro, estimam empresas do setor.
Em uma guinada no discurso, Barbosa disse à Folha que não pode apressar o processo.
“Regulamentação não pode ser feita no afogadilho. Tem de ser com responsabilidade. É algo que vai regulamentar toda uma atividade de produção de medicamento e pesquisa, uma atividade econômica”, disse Barbosa.
O tom menos encorajador contrasta com as manifestações anteriores da Anvisa, de que em breve estaria pronta para consulta pública a proposta de regulação do cultivo de cânabis para pesquisa e produção no país.
Uma das falas mais contundentes de Barbosa ocorreu em maio deste ano, em um evento sobre o uso medicinal da erva que reuniu o setor no Rio.
“Apesar de o regimento da Anvisa me dar a prerrogativa de avocar para mim um processo, eu não precisei fazer isso em nenhum momento no meu mandato. Mas já anunciei que vou fazê-lo publicamente [no caso do cânabis]”, disse.
Ainda no evento de maio, ele completou: “Nas próximas três semanas, no máximo, vamos levar a proposta de iniciativa”. Disse, na ocasião, que já havia conversado com os diretores responsáveis e constatou consenso.
Na semana passada, porém, Barbosa afirmou que o processo está andando, mas que não se comprometeu com prazos: “Eu nunca disse que era na semana que vem.”
A reviravolta vinha sendo pressentida pelos potenciais investidores, na medida em que o mandato de Barbosa se aproxima do fim, nesta quinta-feira (19).
“Não depende só de mim. É uma visão da diretoria colegiada. Se eu fosse a favor e os outros, contra, não adianta eu ser a favor”, disse Barbosa agora.
Neste contexto está a Entourage, startup de biotecnologia para pesquisa e desenvolvimento de remédios a base de cânabis.
“Jarbas foi firme ao dizer que ia pautar e que já tinha votos. É ruim esse assunto não ser endereçado e manter pacientes, médicos e indústrias farmacêuticas dependentes da importação”, disse Caio Abreu, diretor da Entrourage.
Para Mario Grieco, presidente da operação brasileira da Knox, farmacêutica americana que se instalou no Brasil neste ano, o atraso na regulação limita o acesso de pacientes de baixa renda.
“Os impostos e custos de importação são altíssimos. Sem a regulação, o custo de importar pode ser dez vezes maior”, afirmou Grieco.
A falta de regulação também inibe a atração de tecnologia de plantio, segundo Ivo Bucaresky, representante da canadense MedReleaf.
“A regulação facilitaria o trabalho dos pesquisadores. Hoje, para fazer pesquisa é preciso importar. A importação da matéria-prima bruta, ou seja, o cânabis in natura, enfrenta uma regulação internacional mais complexa “, disse Bucaresky.
Entre as farmacêuticas brasileiras, a Prati-Donaduzzi entrou no segmento neste ano, mas seu insumo é sintético, ou seja, não precisa de plantação.
Outra brasileira, a Biolab, deve anunciar em breve a entrada no mercado de cânabis, com importação.
Em nota, a Anvisa disse que o processo para regular o plantio “está transcorrendo normalmente”, portanto “não haveria necessidade de que fosse avocado” por Barbosa.
“Acreditamos que em duas ou três semanas o processo esteja finalizado e pronto para ser analisado pela diretoria colegiada”, diz a agência.
Folha de São Paulo